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Pai e cabeleireiro especial

“Quando Gabriel tinha uns 3 anos, eu o levei a um salão para cortar o cabelo. Lá, o cabeleireiro me disse que não cortava cabelo de deficientes. Sai de lá chateado, passei numa farmácia e comprei uma máquina de corte. Eu mesmo cortei o cabelo do Gabriel. Em seguida, veio a ideia: por que não seguir isso como uma profissão? Assim, poderia dedicar mais tempo ao meu filho.” (mais…)

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