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Economia colaborativa: o banco mais rico

A razão de ser o mais rico é que a moeda de troca do banco não é dinheiro e sim o tempo, sim, o tempo, medida essa que mais precisamos no nosso dia a dia, num é verdade?Bancos como esse existem em Portugal há 13 anos! A iniciativa surgiu da economista aposentada Margarida Portela que afirma que esse é o projeto da vida dela.

No banco são feitas trocas solidárias. Se eu sou médico e fizer uma consulta de uma hora para outro membro que necessite desse serviço, eu terei o direito de receber uma hora do atendimento que preciso – pode ser uma aula de informática, uma troca de lâmpada, curso de idiomas e até uma aula de como andar de bicicleta. Cada membro presta e recebe um serviço.

 

“Através das trocas e dos encontros, o Banco de Tempo enriquece o mundo relacional das pessoas que nele participam, joga um papel importante na recuperação, em novos moldes, da solidariedade entre vizinhos e no combate à solidão; favorece a colaboração entre pessoas de diferentes gerações, proveniências e condições sociais. Contribui também para o desenvolvimento e partilha de talentos e facilita o acesso a serviços que dificilmente poderiam ser obtidos, dado o seu valor de mercado. O Banco de Tempo suscita questionamentos e incentiva mudanças no modo como vivemos em sociedade” – site do banco.

Há um “cheque do tempo”. A pessoa que fez o serviço deposita esse cheque e assim fica com crédito em sua conta, podendo assim receber outros serviços oferecidos. Se eu cedo uma hora minha, tenho de crédito uma hora de serviços.

Já são 28 agências espalhadas por Portugal.

A mesma iniciativa chegou no Brasil através do banco Timerepublik. Economia colaborativa é a tendência.

Fonte

Natália Belém

Uma simples garota com alma internacional que ama escrever e estuda Publicidade e Propaganda.